sábado, 28 de maio de 2011



é nova esta areia  

é novo este calor que sinto no astro-Rei 
é novo as cores que vejo nas flores 
é novo estes aromas que o vento traz ao meu encontro
é novo este paladar de ti

é bom ouvir as ondas
que bate sobre a concha
a alga
a rocha
 

é bom tocar os elementos
dA sensibilidade dos pés até ao infinito
Mergulhados no oceano salgado.
na (re)descoberta tímida das essências
no pulsar submarino de uma nova esperança.

Tudo é fugaz
entre o desenho do teu pé na areia
e a onda que a desfaz ...

Nada permanece que não o seja
para a necessária mudança.
Que o diga o mar...

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