Passei agora no teu blogue, onde não
nos deixas fazer comentários, ou pelo menos não os publicas. Todo ele és tu e aquilo que te conheço. Vi
o post de dia 2 e perguntei-me o porquê. Começa a estar na altura de uma conversa franca. sincera. verdadeira. sem medos. Nunca te disse o quanto das consequências da tua vida na minha. Acredita, foram mais que muitas. Sempre silenciei, à espera que nos encontrássemos e partilhassemos o que somos: sem máscaras, sem dúvidas, genuinamente nós, e aquilo que conhecemos um do outro.
Sei que andas perdido, em ti. Caminhei assim, ( ainda caminho) ao longo destes 4 anos. Em silêncio, num oceano de lágrimas, sem apoio de qualquer espécie. E que bom que me soube, ainda o sabe. A mulher que sou hoje, nasceu desse silêncio, desse afastamento. Descobri o Universo dentro de mim.
Falta agora dissermos tudo, em liberdade, aquela que sempre soube que temos.
Amo-te, sempre
Beijo, deste mau feitio tão diferente e tão parecido com o teu.
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