"E a tua senha para abrir a porta da verdade é seres
autêntica, e dizeres “tenho medo” se a tua verdade do momento for ter medo. Ou
dizeres “estou zangada”, ou dizeres “gosto de ti”, ou dizeres “sinto-me
insegura”, ou dizeres “gostava de poder contar contigo”, ou dizeres “magoaste-me”,
ou dizeres “estou arrependida, desculpa”.
A tua palavra-chave para abrires os caminhos e as portas da
tua vida é a verdade do que sentes; isso implica que tires a máscara, isso
implica que corras o risco de te pores nua como uma criança recém-nascida que
nunca foi abandonada, que nunca foi magoada, que nunca foi traída, que nunca
foi julgada; e é teres a capacidade de seres autêntica como se não tivesses memória
de todas as experiências de dor que precisaste de viver no passado para te
trazerem a este espaço e a este tempo de consciência em que vives e em que
estás.
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