Ela ri-se, ri-se.
Lembra-se da outra ela, que nesta quadra. Corria, corria.
Bombardeada, como todos, pela azafama do inferno dos afazeres e, dos presentes!
Da doença de correr para casa dos avós, depois da mãe, e antes do pai.
e ainda apanhava um avião para casa do namorado.
Como ninguém se mexia, ela corria, corria ...
felizmente a febre passou,
Adora o Natal. a luz dos dias, os cheiros da infância, os paladares.
todos são bem-vindos, aqui. As gargalhadas, neste fim de mundo, já se soltam para o ar.
Pregam-se partidas. partilham-se tarefas.
Há paz e harmonia. cultivam-se vivências sem cerimónia alguma.
Não vai haver presentes. Tudo, aqui, por magia, se transformou neles.
inspira este Natal, sente-o e partilha-o... com ela.
pois é, o presente, transformou-se num belo "presente", MerryXmas*
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